terça-feira, 26 de julho de 2011

1º Seminário Municipal de Políticas Públicas para o Bem Estar Animal em Canoas

A Prefeitura de Canoas, através da Diretoria de Vigilância em Saúde - Unidade de Controle Bem Estar Animal e a Diretoria de Relações Comunitária - Orçamento Participativo, convida para o 1º Seminário Municipal de Políticas Públicas para o Bem Estar Animal. O evento ocorre nesta quarta-feira, dia 27, das 19h00min às 22h00min, no Auditório do Colégio ULBRA Cristo Redentor, Av. Inconfidência, 1231 - Marechal Rondon.

PROGRAMAÇÃO
19h00min: Credenciamento
19h30min: Abertura
20h00min: 1º Painel
BEM ESTAR ANIMAL – CONTEXTUALIZAÇÕES
PALESTRANTE: ALEXANDRE ZEQUIR
20h15min: 2º Painel
DIREITO À VIDA, SOB ASPECTOS LEGAIS E HUMANITÁRIOS
PALESTRANTE: ADELI SELL
20h45min:
BEM ESTAR ANIMAL – EXPERIÊNCIAS BEM SUCEDIDAS
PALESTRANTE: REGINA BECKER
21h15min: Debates
21h45min: Considerações finais e encerramento.

domingo, 24 de julho de 2011

XVI Congresso Mundial de Surdos em Durban - África do Sul


Luciméia Gall König, educadora especial na Escola de Surdos Padre Reus em Esteio, é uma das brasileiras presentes no XVI Congresso Mundial de Surdos em Durban - África do Sul, que iniciou no dia 18 e está terminando hoje, dia 24.
Surdos, intérpretes, educadores e pessoas que apoiam a causa e a cultura surda se reúnem neste congresso mundial com o objetivo de compartilhar a herança cultural dos surdos, as lutas e os avanços dos seus direitos e a sua rica contribuição para a prosperidade global. O congresso é um espaço para demonstrar que os surdos, de todos os países, são uma parte essencial da diversidade humana. E neste grande encontro na África do Sul, os surdos querem partilhar ativamente as responsabilidades comuns entre eles e a comunidade humana. E querem unir forças para enfrentar coletivamente as mudanças atuais e futuras, bem como, os desafios enfrentados pelas comunidades de surdos em todo o mundo.
Este é também um momento de comemoração para os surdos e de reafirmação de suas capacidades linguística, cultural e política, e de reconhecimento das línguas gestuais nas leis nacionais e nas políticas internacionais.
O XVI Congresso da Federação Mundial de Surdos quer inspirar seus participantes para fazer avançar o conceito de um renascimento, um verdadeiro renascimento das comunidades surdas em todo o mundo.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Alterações no Código Florestal foram baseadas em pesquisa falsa e encomendada

A reforma do Código Florestal aprovada pela Câmara dos Deputados utilizou como inspiração e base científica apenas um estudo, com conclusões duvidosas e erradas e ainda não devidamente publicado. A afirmação foi feita pelo agrônomo Antonio Donato Nobre, em sua conferência Novas Geotecnologias no Ordenamento Territorial, dada nesta sexta-feira (15), durante a 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada durante a última semana, em Goiânia. Ele se refere a um trabalho de 2008, de Evaristo de Miranda, pesquisador da Embrapa Monitoramento por Satélite, que afirma que apenas 29% das terras agricultáveis do Brasil estão disponíveis para as lavouras.
Para Nobre, o que Miranda fez foi ciência "a soldo, sob encomenda". Apesar disso e das inconsistências das conclusões dele, elas "foram avidamente apropriadas por poderosos interesses políticos e econômicos".
Para piorar a situação, Nobre diz que os parlamentares são impermeáveis às informações corretas e à boa ciência. "A SBPC e ABC (Academia Brasileira de Ciência) apresentaram uma revisão criteriosa de centenas de estudos científicos publicados, mas o Congresso ainda os ignora", reclamou. "Enquanto isso, o estudo de Miranda, esse tipo de factóide científico, gerado pela informação incompleta, inacurada e pelas generalizações temerárias feitas, foi amplamente utilizado para justificar várias alterações propostas no Código Florestal."
Leia mais na EcoAgência

domingo, 17 de julho de 2011

Ecologia, a arte da reconciliação

para pensarmos na data de hoje, 17 de Julho Dia de Proteção às Florestas

Nossos antepassados viveram nas florestas e, certamente, sentiam medo da sua complexidade. As florestas representavam perigo aos seres humanos, como a todos os animais. Para fugir das florestas, as comunidades humanas foram se aglomerando, primeiro com trabalho agrícola, depois veio a indústria, até chegarmos ao mais moderno e complexo mundo urbano que hoje conhecemos. E as cidades são tão complexas quanto as floretas. Assim como as florestas causavam medo e perplexidade, hoje são as cidades que amedrontam constantemente. Ninguém estaria seguro numa floresta, como também não se pode dizer que alguém esteja plenamente seguro numa cidade. Podemos dizer que, ao fugir da floresta, o ser humano criou a cidade à imagem e semelhança da sua primeira habitação.

O medo de ser agredido levou o ser humano a criar técnicas de proteção. E sempre impulsionado pelo medo, chegou ao ponto de desenvolver uma altamente moderna e eficaz indústria de guerra. Com medo da fome, e tendo que migrar para locais afastados dos recursos naturais, a espécie humana se esforçou em implementar técnicas e estratégicas capazes de garantir a subsistência. Mas, o medo da morte virou violência e o medo da fome virou ganância. Violentos e gananciosos por causa do medo, os seres humanos agridem, não apenas as outras espécies, mas constantemente vivem ferindo e explorando uns aos outros. É assim que vemos a humanidade, com muitos sinais de amor e fraternidade, mas profundamente marcada pela ganância, violência, pelo ódio e o egoísmo. E, infelizmente, ainda somos uma civilização do medo e da incerteza, sentindo impotência diante dos problemas que nós mesmos criamos.

A ecologia que é o estudo da casa onde habitamos, é também a arte da reconciliação, é a ciência que nos faz pensar e mudar a forma de como nos relacionamos com tudo o que existe. Hoje, a ecologia nos convida à reconciliação. No início, os seres humanos quiseram fugir das florestas e ainda hoje fugimos das nossas cidades que construímos para viver. Fugimos do caos, da degradação, da poluição e fugimos uns dos outros. Mas agora, a ecologia nos interpela: se fugir, que seja do medo, da ganância, do ódio e da maldade, para então, nos re-encontramos na convivialidade fraterna, na solidariedade, no amor, na bondade. Temos que nos re-encontrarmos como humanidade, nos reconciliarmos com nossa condição humana, com os seres humanos, com outros seres e as outras formas de vida e com Deus criador da vida. Precisamos reatar nossa amizade com a natureza, que é fonte de vida e não simplesmente um perigo ou ameaça. A nossa sobrevivência e a continuidade real de vida no planeta depende da nossa reconciliação com a natureza.

terça-feira, 12 de julho de 2011

18ª Romaria das Águas: Coleta na Fonte Dona Josefina, em Canoas


Na tarde de sábado, 9, aconteceu a coleta de água na Fonte Dona Josefina, atividade que faz parte da programação da 18ª Romaria das Águas, que é liderada pelo Irmão Antonio Cechin, da Pastoral da Ecologia. Em Canoas a romaria é organizada pelo Projeto Ambiental Arroio Araçá Nosso Rio Guri e pela FAUERS. Participaram da coleta na nascente do Arroio Araçá - Fonte Dona Josefina, representantes do projeto do Rio Guri, das casas que compõem a Federação Afroumbandista e Espiritualista do Rio Grande do Sul, da Prefeitura de Canoas, Câmara de Vereadores, Igreja Anglicana, Pastoral da Ecologia, Agência de Desenvolvimento/ ADESCAN, Conselho Municipal da Juventude, Associação de Moradores Bairro Fátima/AMOBF, Escola Municipal Governador Walter Peracchi Barcelos, Uniaxés e Lions Club Canoas.
Fonte: http://arroioaraca.blogspot.com/

sexta-feira, 8 de julho de 2011

“É hora de agir pelos nossos sonhos”

A Senadora pelo PT, Ministra do Meio Ambiente no governo Lula e presidenciável pelo PV, Marina Silva, tem uma biografia que a identifica com as palavras que disse no ato de desfiliação do Partido Verde, na última quinta-feira, 07/07: “Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos”. O discurso de Marina nos dá a ideia de que fazer política, não é só pensar em eleições, traçar planos para chegar ao governo e ocupar espaços no poder. Fazer política é pensar a vida em sociedade, o coletivo e o futuro. Política é sobrevivência e sustentabilidade. Por isso, as palavras de Marina Silva despertam um sentimento diferente diante da política. Em vez de anunciar seu novo partido, ela anunciou um movimento político, que poderá se tornar num partido ou a união de vários partidos e diversas organizações de pessoas que acreditam numa sociedade justa e sustentável. No entanto, mesmo sendo “sonhática”, ao redor de Marina podem se juntar muitos e bons pragmáticos para tentar ganhar eleições, sem ter em mente os ideais que ela construiu ao lado de Chico Mendes e de Lula.

Acredito que Marina sempre procurou agir pelos seus sonhos, mas deve ter sido incentivada muitas vezes a atuar pragmaticamente. Nada contra o pragmatismo, que é importante, mas a política também precisa de sonhos, ideais e utopias. E Marina Silva mostrou isso, inclusive nas eleições de 2010, quando não quis formar uma aliança eleitoreira no segundo turno, diferentemente do seu partido, o PV, que estava seduzível aos tucanos. O que vale dizer, sem entrar no mérito da questão, que o PV não merecia Marina. Claro que, com ela o partido também cresceu, mas os quase 20 milhões de votos que recebeu nas urnas em 2010 não foram para o PV e sim para Marina e seus ideais.

Marina Silva é uma sonhadora, mas do tipo de Chico Mendes, Margarida Alves, Che Guevara, Roseli Nunes e outros nomes, cuja lista seria interminável, de pessoas que agiram pelos seus sonhos. Das belas e sábias palavras de Marina, podemos entender que se torna menor a distância entre o nosso sonho e a realidade, quando agimos movidos pelo que sonhamos. Foi assim que o povo brasileiro agiu quando elegeu Lula presidente. E o Brasil mudou muito, mas os brasileiros precisam continuar acreditando e agindo pelos seus sonhos.

Sabemos que em Brasília temos um Parlamento perigoso para o futuro do país. Políticos que mudam leis para perdoar dívidas de desmatadores, como, por exemplo, a aprovação pela Câmara da proposta de mudança do Código Florestal. Mas, o povo brasileiro, que aprendeu a agir pelos seus sonhos é majoritariamente contra o que fez a maioria dos deputados. Recentemente, uma pesquisa (Datafolha, 3 a 7 de jun.) mostrou que 79% são contra o perdão de multas impostas a produtores rurais que desmataram ilegalmente. Podemos dizer, portanto, que as palavras ditas por Marina Silva estão em consonância com os corações se mentes dos brasileiros.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Marina sai do PV dizendo que "é hora de agir pelos nossos sonhos"

"Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos", foi uma forte afirmação de Marina Silva que anunciou nesta quinta-feira 7, a desfiliação do Partido Verde no evento denominado "Encontro por uma nova política". Na ocasião, Marina anunciou a criação de um movimento, ainda sem nome, que terá como lema "verde e cidadania".
Marina Silva, senadora e ministra do meio ambiente, deixou o PT em agosto de 2009 e se filiou ao PV para concorrer às eleições de 2010. Disputou a Presidência da República e ficou em terceiro lugar, com quase 20 milhões de votos.
No blog de Marina estão publicados, na íntegra, seu discurso e a carta de desfiliação (www.minhamarina.org.br/blog).

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