quinta-feira, 30 de abril de 2015

Encontro Francisclariano

No dia 25 de abril, a Paróquia da Ascensão acolheu o encontro do Movimento Francisclariano e Terceira Ordem da Sociedade de São Francisco (TSSF), com a presença dos animadores da Ordem no Brasil Barbara Baumgarten e David Catron e o do bispo diocesano, Dom Humberto. 
Na ocasião foi planejado a participação no retiro nacional da Ordem e as atividades da Diocese Meridional, como Tempo para a Criação e Semana Franciscana. Também ocorreu a acolhida do postulante Pilato Pereira como Noviço da TSSF. 
Os irmãos e irmãs presentes avaliaram que o movimento inclui a presença de Santa Clara de Assis. Por isso, ficou definido com o nome de Movimento Francisclariano e segue sua caminhada em sintonia e apoio mútuo com a TSSF - Terceira Ordem da Sociedade de São Francisco.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Domingo de Educação Ambiental na Ascensão

No domingo, 19, o pátio da Paróquia da Ascensão e Diocese Meridional foi tomado de crianças acompanhadas de seus pais, educadores ambientais e pessoas da comunidade para o início do projeto “Teresópolis Eco Criança”. 
As crianças e responsáveis pelo projeto usaram camiseta e boné com a arte produzida, por Helena Gastal, que retrata diversas culturas e etnias de pessoas ao redor do Planeta, todos cuidando da vida. Este é o propósito do projeto “Teresópolis Eco Criança”, fazer com que cada vez mais as pessoas se conscientizem das responsabilidades comum de todos em preservar a vida na sua integridade.
O lançamento do projeto “Teresópolis Eco Criança” se deu oficialmente na tarde de domingo, mas fez arte da liturgia do culto da manhã, onde também foi celebrado o Dia do Índio. 
Durante a tarde, após a introdução e uma exposição da bióloga Fabiana Smolinski, as crianças foram desafiadas a serem “detetives da natureza”. Cada uma a com uma lupa em mãos pode procurar diversas formas de vida no pátio e registrar em seu caderno de registros, em forma de palavras ou desenho. Também teve piquenique com lanches naturais no gramado, além de outras atividades. 
O próximo encontro será  em 10 de maio, onde também será celebrado o Dia das Mães. Crianças que não participaram do primeiro encontro, também podem se inscrever e jé participar no próximo. O projeto “Teresópolis Eco Criança” é realizado em parceria pela Paróquia da Ascensão com a Pró-Bioma e conta com o apoio de Plimque e WestSide na confecção de bonés, camisetas e outros materiais. Oficineiros e educadores ambientais são trabalhos voluntários. 
Fonte: www.ascensaoieab.blogspot.com.br

sexta-feira, 27 de março de 2015

Hora do Planeta 2015

A Hora do Planeta 2015 é uma grande mobilização em combate ao aquecimento global. No final de março de cada ano, a Hora do Planeta reúne comunidades de todo o mundo que celebram um compromisso com o planeta, apagando luzes por uma hora designada.
Esta que é a sétima edição da campanha mundial ocorre no sábado, 28 de março, às 20h30min, e tem o objetivo de chamar a atenção da população sobre as alterações climáticas. Neste ano, a campanha tem como slogan: use o seu poder contra as alterações climáticas. 
Neste sábado,  cidades, empresas e pessoas irão apagar as luzes por 60 minutos, entre 20h30 e 21h30
Mais informações no site do WWF Brasil (www.wwf.org.br/participe/horadoplaneta)
Clique AQUI para assistir o vídeo.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Convite - Paróquia da Ascensão


CONVITE:
No próximo domingo vou assumir uma nova missão, sendo instituído pelo bispo Dom Humberto, pároco da Paróquia da Ascensão, onde atualmente estou de coadjutor.
Com alegria, te convido para estar presente, celebrando com nossa comunidade e também peço a tua oração para que tudo aconteça conforme a vontade de Deus. 
Obrigado.

Dia 29 de março, Domingo de Ramos, as 09h30min.
Paróquia da Ascensão
Av. Eng. Ludolfo Boehl, 300, 
Bairro Teresópolis - Porto Alegre/RS 

Contatos da Paróquia:
Fones: (51) 3318.6009 - 8634.7250 - 86347249 
WatsApp: 8546.3317 
E-mail: ascensaoieab@gmail.com

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Ano de 2015

Que o ano de 2015 seja um tempo importante em nossas vidas. 
Neste ano não vai ter copa nem eleição.
Talvez não seja um ano de grandes eventos, mas que seja um tempo de grande importância pelas pequenas coisas do cotidiano de nossas vidas.
Feliz 2015.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Brasil, um país fascinante e contraditório

Uma expressão já utilizada outras vezes para falar do Brasil: “fascinante e contraditório”. Hoje também é assim que vejo e sinto nosso país, batizado com o nome de Brasil, mas também desejado que fosse Terra de Santa Cruz. Esse grande território constituído de seis ou mais biomas, essa enorme nação formada por uma infinidade de etnias e populações, é visto, sem dúvida alguma, como uma sociedade cordial, amorosa, gentil e fraterna. Mas é também lugar de muita violência, fome e dor, desentendimentos e preconceitos. Aqui nessa terra aconteceram e acontecem muitas formas de opressão e exploração humana e ambiental. A vida parece difícil para muita gente, que no dia a dia ainda enfrentam problemas sociais, econômicos e outras dificuldades. Mas, por outro lado, temos um consenso de que aqui é um lugar bom de viver. Talvez o melhor.
O nome do nosso país, em vez de Brasil, poderia ser, por exemplo, Terra de Santa Cruz. Este seria um nome com identidade religiosa, mas, mais que isso, talvez indicasse um projeto de nação. Terra de Santa Cruz nos dá a ideia de um país cristão, com a possibilidade de se implantar aqui o projeto de vida das primeiras comunidades cristãs, o autêntico cristianismo que a Europa não soube viver. O projeto que os guarani viveram no Sul, nas Missões Jesuíticas, de uma sociedade socialista e cristã, poderia ser implantado em outras regiões. Mas, nosso país ficou com o nome vindo da madeira que indicava o "progresso" e a exploração. O invasor levava a riqueza e se aproveitava da mão de obra escrava. Neste cenário começa o processo de construção da nação brasileira. Uma nação que foi sendo construída com a marca da exploração, enquanto que a Terra de Santa Cruz ficou no sonho e no passado.
O nome Brasil, tendo como referência à exploração do Pau Brasil, indica a nossa história passada, que nos é um tanto amarga. Mas também podemos ver nesse nome um outro significado, mais atual, que expressa o Brasil do presente. A madeira que lhe deu o nome já não é abundante como outrora, mas, mais do que nunca, hoje esse nome faz sentido. Brasil é brasa quente, em ebulição, uma sociedade em movimento, acesa e em fase de construção. Somos uma nação que não está pronta, não está parada, estática e, contudo, tem um futuro brilhante. A brasa até parece mansa, um fogo que se finda, mas pode incendiar. Somos um país de muita energia e vitalidade, como uma brasa. Nos dias de hoje, não pela madeira de nome Pau Brasil, mas pela “brasa” vivaz, faz sentido chamar nosso país de Brasil.
O Brasil reúne em seu solo uma diversidade étnica e cultural bastante grande, rica de valores e, por natureza, possui uma maravilhosa biodiversidade. Mas é este país que conhecemos com uma história sofrida e de tantos problemas e uma realidade também bastante complicada. É, pois, um país fascinante e ao mesmo tempo contraditório, sua fotografia atrai e espanta, causa encantamento e indignação. Temos um território tão vasto e com tanta capacidade produtiva, mas com uma enorme população afastada da terra e sem o direito de produzir seu próprio pão de cada dia e ajudar a combater a fome do mundo. Somos uma nação tão jovem, mas com enormes reparações históricas por fazer. O brasileiro quando sofre, sabe encontrar razões para ser feliz ou simplesmente vive a felicidade sem ter que dar razões. Mesmo perdendo a copa de 2014, vale dizer que muitos brasileiros são bons no futebol e sabem driblar o adversário dentro de campo, mas a maioria deste povo é especialista mesmo em driblar a crise e fazer o gol da alegria, mantendo acesa a brasa da esperança. Brasil!
Pilato Pereira

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Dia Nacional de Combate ao Fumo


Eu queria ver o meu pai envelhecer, queria poder vê-lo de bengala e levá-lo para tomar sol e, com ele, olhar o sol se pôr; queria poder ouvir repetidas vezes as suas histórias dos acasos da vida. Mas agora conto a história de que o cigarro roubou a vida de meu pai aos 66 anos. Porém, antes de fechar os olhos, meu pai me fez ver que o cigarro só faz mal, faz muito mal a saúde das pessoas e do meio ambiente.
Por isso, sempre que tenho a oportunidade de falar sobre os males do cigarro, assim o faço. E hoje, 29 de agosto, é o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Também temos a data de 31 de maio, que é o Dia Mundial Sem Tabaco. Ainda bem que o Brasil tem duas datas para abordar esse tema de forma mais radical, mas todos os dias do ano, em alguma parte do País, alguém está procurando conscientizar sobre os malefícios do cigarro.
Em geral, os fumantes, que não querem reconhecer a doença da dependência da nicotina, argumentam que a vida é deles e que estão prejudicando apenas a si próprios. Mesmo assim, eles não têm o direito de se suicidar aos poucos. Pois, todos têm o direito de viver. Os fumantes também precisam saber que além dos danos ambientais e do mal causado a si próprios, o cigarro também afeta a saúde de quem não fuma, que são os fumantes passivos. Todos, praticamente, que andamos nas ruas somos fumantes passivos. Nas paradas de ônibus, nas estações de trem e nas calçadas ao nosso lado, sempre tem alguém fumando e causando mal para a sua e a saúde de todos ao seu redor.
Fumar é, portanto, causar mal a si próprio e aos outros. Mas é uma doença, uma dependência que as pessoas precisam aceitar ajuda para ficarem curadas. E graças à Lei Antifumo, recentemente regulamentada, entraremos no ano de 2015 com um conjunto de novas regras para afastar ainda mais as pessoas do cigarro.
É preciso, sim, combater o cigarro, afastá-lo da vida das pessoas. É preciso também parar de produzir o tabaco e acabar com essa indústria da morte que enriquece alguns em detrimento da vida de muitos. Tenho certeza que o cultivo do tabaco e sua industrialização e comercio é um crime contra a vida. Mas tem gente que continua plantando fumo e colhendo doenças em suas famílias. Tem gente que só vê o lucro em dinheiro e ignora o prejuízo da vida da humanidade e da Terra. E ainda dizem que não há outro caminho de emprego e renda. Não consigo entender que caminho é esse que leva ao abismo, ao precipício. Será que não somos mais capazes de pensar e inventar outras atividades para viver? Existem, sim, muitas alternativas ao fumo. Basta querer e escolher a vida. É hora de acabar com esta arma que se chama cigarro.
Reverendo Pilato Pereira - IEAB

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