domingo, 31 de janeiro de 2010

Mutirão de Comunicação em PoA, de 3 a 7 de fevereiro


A Pastoral da Ecologia está presente no Mutirão de Comunicação da América Latina e Caribe que acontece na PUC-RS – Porto Alegre, entre os dias 03 a 07 de fevereuiro de 2010.

Oficinas da Pastoral da Ecologia no Mutirão de Comunicação:



1ª oficina, dia 4 de fevereiro: Sala 712

Bíblia, Ecologia e Espiritualidade, numa Perspectiva Pastoral.

Assessoria: Pilato Pereira e Equipe da Pastoral da Ecologia.

Participação de Professor Brak
Coordenação: Pastoral da Ecologia CNBB Sul 3.



2ª oficina, dia 5 de fevereiro: Sala 611

Conhecendo o Aqüífero Guarani.

Assessoria: João Hélio Pés (UNIFRA)
Participação de Professor Eduardo Carion e Professor Francisco Milanez
Coordenação: Pastoral da Ecologia CNBB Sul 3.



3ª oficina, dia 6 de fevereiro: Sala 607

A Transversalidade da Ecologia nas Igrejas e o Diálogo Intereligioso.

Assessoria: Irmão Antônio Cechin, Padre Eduardo e Equipe de Coordenação da Pastoral da Ecologia CNBB Sul 3 e outros convidados para apresentação de experiências de Igrejas e/ou Religiões.
Coordenação: Pastoral da Ecologia CNBB Sul 3.


Veja a programação completa no site do Muturão (http://www.muticom.org/)

sábado, 30 de janeiro de 2010

Dia da Não-violência

A Organização das Nações Unidas (ONU) proclamou o dia 30 de Janeiro como o Dia da Não-violência em homenagem a Mohandas K. Gandhi cujo assassinato ocorreu nesse dia, em1948.

A celebração desta data está voltada à educação para a paz, a solidariedade e o respeito pelos direitos humanos.

O postal faz parte de uma campanha da Ação Solidária Madre Cristina, que é uma entidade formada por movimentos sociais, pastorais, congregações, igrejas e pessoas que acreditam na prática da solidariedade como meio de combate à pobreza, miséria e desigualdade social. Conheça mais através do site: www.madrecristina.org.br

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

FSM: Afloram as raízes missioneiras

Na celebração dos 10 anos do Fórum Social Mundial aconteceu, entre tantas coisas lindas e importantes, aconteceu uma oficina sobre as raízes missioneiras. Foi um encontro da sabedoria literária sobre os Índios Guarani e a experiência junto às periferias urbanas do Irmão Antônio Cechin com a alma missioneira do músico Pedro Ortaça, o compromisso político do Senador Paim e a presença comprometida de inúmeros lutadores sociais.

No primeiro momento, Pilato Pereira coordenou a oficina onde Irmão Cechin comunicou uma leva de informações sobre a história do Rio Grande do Sul e Pedro Ortaça, em prosa verso, deu o recado da alma Guarani e comprometeu o Senador Paim com a causa indígena. Paim garantiu lutar por uma emenda que favoreça a vida dos Índios Guarani e a concretização de um antigo sonho de se ter em Canoas um monumento em homenagem a Sepé Tiarajú.

E num segundo momento, o Vereador do PT, Ivo Fiorotti coordenou o lançamento do terceiro livro em homenagem aos 80 anos do Irmão Antônio, o livro "Empoderamento Popular", onde esteve presente o Frei Luiz Carlos Suzin, do Fórum Mundial de Teologia da Libertação. Também estiveram presentes os familiares de Pedro Ortaça, representantes da Via Campesina e inúmeras lideranças comunitárias, autoridades. O Deputado Marco Maia, por compromisso com o PT e o Presidente Lula, não pode comparecer e o Prefeito Jairo Jorge, não podendo chegar em tempo, enviou sua assessoria para representa-lo.

Valeu pela presença, alegria, compromisso e esperança de todos e todas.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

FSM: Oficina sobre as raízes missioneiras na periferias urbanas

Irmão Antônio Cechin, Pedro Ortaça, Dep. Marco Maia, Prefeito Jairo Jorge, Olívio Dutra (a confirmar), Frei Luiz Carlos Susin, Coral Guarani e as Famílias Guarani...

Todos juntos para refletir e assumir compromissos com o resgate das Raízes Missioneiras nas periferias urbanas.

Hoje em Canoas/RS

-às 18 horas: Oficina sobre as raízes missioneiras na periferias urbanas
-às 20 horas: Lançamento do livro "Empoderamento Popular, uma pedagogia da libertação", Por Irmão Cechin

Tudo isso no Galpão 19 do parque Eduardo Gomes, Bairro Fátima, Canoas/RS, Brasil

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

FSM: "As Raízes Missioneiras nas Periferias Urbanas"

As raízes missioneiras (dos Índios Guarani) nas periferias urbanas é tema de oficina no Fórum Social Mundial em Canoas.

A oficina sobre as raízes missioneiras nas periferias urbanas vai ocorrer no dia 27 de janeiro, às 18 horas, no Parque Eduardo Gomes, Galpão 1, bairro Fátima, em Canoas/RS – Brasil. O objetivo é despertar as raízes históricas nos índio-descendentes Guarani nas periferias urbanas como elemento de mobilização e organização.

O evento fundante do Povo Gaúcho não está na presença dos portugueses e espanhóis e sim na experiência cristã socialista, de vida comunitária e de autentico espírito republicano nas Missões Jesuíticas Guarani. No território que hoje se compreende o Estado do Rio Grande do Sul, haviam sete povos perfeitamente organizados numa exemplar vida coletiva, sendo um deles – São Miguel, a capital – na época equivalente ao município de São Paulo.

Um acordo entre as coroas de Espanha e Portugal, o chamado Tratado de Madrid, pretendia, de forma prepotente e autoritária, reordenar os povos e as demarcações de terra. Descontentes com o tal tratado e cientes de que isso representaria o declínio de sua sociedade, os Índios Guarani resistiram o quanto puderam. Entre eles havia o líder Sepé Tiarajú, hoje reconhecido como santo popular e oficialmente como herói riograndense e herói nacional. Sepé liderou seu povo na luta até último suspiro guarani, mas tombou em combate numa emboscada, juntamente com inúmeros outros combatentes.

Com a morte de Sepé, em 7 de fevereiro de 1756, há quase 254 anos, os Guarani que sobreviveram acabaram se espalhando e muitos passaram a conviver com outros pobres descentes portugueses e espanhóis e foi acontecendo o fenômeno da miscigenação. Por isso, hoje, muitas famílias tidas como descendência espanhola e/ou portuguesa, são na verdade também descendentes dos Guarani das Missões Jesuíticas dos Sete Povos. E estes são os pobres que sobreviveram às margens da sociedade gaúcha.

Sendo vítimas do latifúndio, os descendentes Guarani foram migrando para as periferias urbanas. No entanto, não deixou de correr nas veias o sangue indígena Guarani. E estas raízes históricas, chamadas “Raízes Missioneiras”, dos índio-descendentes Guarani, com certeza influenciaram na vida social, na organização comunitária, na participação popular e na resistência dos pobres nas periferias urbanas, como é o caso das ocupações na cidade de Canoas/RS. O que também se pode dizer de toda a região metropolitana de Porto Alegre, onde se desenvolveram muitos processos de organização e participação popular.

Hoje é de fundamental importância despertar as raízes históricas nos índio-descendentes Guarani que vivem nas periferias urbanas, como elemento de mobilização e organização. Já na década de 70, o Irmão Marista, Antônio Cechin teve esta intuição e promoveu a Romaria da Terra, que teve sua primeira edição justamente no lugar onde Sepé Tiarajú foi morto em combate, o município de São Gabriel. A Romaria da Terra surgiu como uma ferramenta mística para embalar o povo na luta. Aí vieram as ocupações de terra, as CEB’s, o MST, a CPT e toda uma caminhada de organização e luta embalada pela mística de Sepé Tiarajú e os Índios Guarani.

Não foi uma coisa imposta, mas um despertar de algo que já presente presente no sangue dos índio-descendentes Guarani, sobreviventes nas periferias. Estas raízes históricas não podem ser sufocadas. Elas devem ser resgatadas para garantir a vida e a dignidade humana. É importante também frisar a dimensão ecológica na cultura Guarani e indígena, de um modo geral. Mais do que recordar em momentos de debate e reflexão, é preciso despertar no cotidiano a herança guaranítica nas comunidades como elemento de mobilização e organização.

Em nível de organização dos movimentos sociais, Irmão Antônio Cechin foi um dos pioneiros no resgate das raízes missioneiras. Por isso, Irmão Antônio é um dos nossos convidados para refletir esta temática juntamente com o músico missioneiro, o Índio Guarani Pedro Ortaça e o teólogo Luiz Carlos Susin, do Fórum Mundial de Teologia da Libertação.

Às 18 horas, inicia a oficina e a partir das 20 horas, com a presença dos participantes do Fórum de Teologia da Libertação, acontecerá o lançamento do livro “Empoderamento popular, uma pedagogia da libertação”. Publicado pela editora ESTEF, com a colaboração do Instituto Cultural Padre Josimo, o livro traz uma coletânea de artigos, palestras, escritos de Irmão Cechin que refletem uma caminhada dos últimos 50 anos, demonstrando o empoderamento do povo que venho se organizando através de uma pedagogia libertadora.

O livro “Empoderamento popular, uma pedagogia da libertação” vem para coroar uma trilogia de publicações ocasionada pela celebração de oitenta anos de vida de Ir. Antônio Cechin.

Programação (27/01/2010):

-18:00 Horas: Oficina “As Raízes Missioneiras nas Periferias Urbanas”.

-20:00 Horas: Lançamento do livro.

Local: Parque Eduardo Gomes, Galpão 19. Bairro Fátima, Canoas/RS. O evento também terá diversas apresentações culturais, como mostra de fotos, vídeos, músicas com artistas locais e a participação especial de Pedro Ortaça.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Nesta segunda, 25, começa o FSM 10

Segunda(25/1) começa o FSM10, com Abertura, Marcha e Shows Musicais

A abertura do FSM 10 acontece no dia 25 pela manhã, 9h30min, na Usina do Gasômetro. A mesa de saudação contará com representante dos prefeitos que sediam o encontro, o ministro Tarso Genro, representantes da organização do FSM 10 e representantes do Conselho Internacional do FSM.

- Das 11h às 13h, acontece a primeira atividade do Seminário Internacional 10 anos depois, a mesa Fórum Social Mundial – Balanço de 10 Anos, com a participação de Lilian Celiberti, Raffaella Bollini, Nandita Shah, Francisco Whitaker, João Antônio Felício, João Pedro Stédile, Oded Grajew e Olívio Dutra (veja a programação completa do Seminário abaixo)

- A marcha de abertura do FSM deve sair por volta das 17h30min do Largo Glenio Peres, Borges de Medeiros, Aureliano Pinto de Figueiredo, Av. Edvaldo Pereira Paiva e segue até a Usina do Gasômetro, onde haverá shows de Bataclã FC, Renato Borgetti, Revolução RS, Marieti Fialho, Tonho Crocco, Banda Gog, Teatro Mágico, Papas da Língua e Marcelo D2.

Figura2

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Lançamento do 3º livro comemorativo aos 80 anos de Irmão Antônio Cechin: “Empoderamento popular, uma pedagogia da libertação”


Dia 27 de janeiro, a partir das 18 horas, no Parque Eduardo Gomes, Galpão 1, na programação do Fórum Social Mundial, oficina sobre as Raízes Missioneiras nas perriferias urbanas e lançamento do livro “Empoderamento popular, uma pedagogia da libertação”, com a presença de Irmão Antônio Cechin, Frei Luiz Carlos Susin e o músico missioneiro Pedro Ortaça.

O tema desta oficina não se esgota no FSM, mas continua a ser refletido com as lideranças comunitárias e presente nas ações e projetos das comunidades. O objetivo da oficina é "Despertar as raizes históricas nos descendentes Guaranis nas periferias urbanas como elemento de mobilização e organização".
Irmão Antônio Cechin foi um dos principais mobilizadores das lutas populares em Canoas e sempre valorizou as raízes missioneiras presentes nas pessoas que, oriundas do interior do Estado, foram povoando as periferias de Canoas, a começar pela Vila Santo Operário que completou 30 anos de ocupação no Natal de 2009.
Por isso a oficina conta com o lançamento do livro “Empoderamento popular, uma pedagogia da libertação”.

O livro “Empoderamento popular, uma pedagogia da libertação” vem para coroar uma trilogia de publicações ocasionada pela celebração de oitenta anos de vida de Ir. Antônio Cechin.
Na Romaria da Terra de 2009 foram lançados os dois primeiros livros: 1) Memória para o futuro, com uma coletânea de textos escritos por diferentes autores, abrangendo um leque variado de engajamentos, movimentos sociais e eclesiais, organizações populares, marcados pela atuação de Ir. Antônio nos últimos 50 anos. 2) O Irmão dos pobres, uma breve biografia popular de Irmão Antônio.
E agora, em 2010, na celebração dos 10 anos do Fórum Social Mundial, está sendo lançado “Empoderamento popular, uma pedagogia da libertação”, contendo escritos do próprio Irmão Antônio, tomados da variedade de fontes em que foram publicados.
O livro é fruto de um verdadeiro mutirão, bem a gosto do Irmão Antônio. Publicado pela editora da ESTEF, Escola Superior de Teologia e Espiritualidade Franciscana, organizado por Frei Luiz Carlos Susin OFM Cap, a obra teve o decisivo apoio do Instituto Cultural Padre Josimo, com a liderança generosa e inspiradora de Frei Sérgio Antônio Görgen OFM e o trabalho de Magali De Rossi, que recolheu os textos dispersos.
O livro Empoderamento popular, uma pedagogia da libertação está sendo lançado no dia 27 de janeiro, na programação do Fórum Social Mundial e Fórum Mundial de Teologia e Libertação, com a seguinte programação:
-18:00 Horas: Oficina com Irmão Antônio Cechin e o músico missioneiro Pedro Ortaça sobre as Raízes Missioneiras nas Comunidades Urbanas.
-20:00 Horas: Lançamento do livro, com a presença de Frei Luiz Carlos Susin e participantes do Fórum Mundial de Teologia e Libertação.
O local está confirmado no Parque Eduardo Gomes, Galpão 1. Bairro Fátima, Canoas-RS. O evento também terá diversas apresentações culturais, como mostra de fotos, vídeos, músicas com artistas locais e a participação especial de Pedro Ortaça.
As palavras de Ir. Antônio Cechin, registradas nos textos do livro Empoderamento Popular, testemunham que a profecia não cala e nem a santidade está ausente em nosso tempo.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Brasil vai sediar conferência ambiental 20 anos depois da Eco-92

Ideia é avaliar e renovar os compromissos com o desenvolvimento sustentável assumidos pelos líderes mundiais na Eco-92.

O Brasil vai sediar em 2012 a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, já batizada de Rio+20, em referência a Eco-92, realizada no Rio de Janeiro, cidade que deve receber novamente o evento.

A conferência foi aprovada em dezembro pela Assembléia Geral das Nações Unidas. O encontro havia sido proposto em 2007 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ideia é avaliar e renovar os compromissos com o desenvolvimento sustentável assumidos pelos líderes mundiais na Eco-92. A Rio+20 também discutirá a contribuição da economia verde para o desenvolvimento sustentável e a eliminação da pobreza.

Outra tema na pauta da conferência será o debate sobre a estrutura de governança internacional na área do desenvolvimento sustentável. O modelo de consenso, que só permite decisões com a aprovação de todos os países, foi colocado em xeque na 15ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague, que terminou sem acordo por divergências entre os países ricos e em desenvolvimento sobre as ações necessárias para enfrentar o aquecimento global.

Agência Brasil/EcoAgência

http://www.ecoagencia.com.br/?open=noticias&id=VZlSXRFWwJlYHpkcX1GeXJ1aKVVVB1TP

sábado, 2 de janeiro de 2010

"O semeador saiu a semear..." Nasceu a Pastoral da Ecologia


Jesus contou muitas parábolas, mas a do Semeador (Mt 13, 1-23), talvez, seja a que ajuda a entender todas as outras. A parábola é simples e para bom entendedor, não precisaria dizer mais nada. Porém, como não somos assim tão bons entendedores, o próprio contador de parábolas trata de dar uma explicação. E Jesus nos ensina que a Semente é a Palavra de Deus, como diz o Evangelho segundo Mateus, é “a Palavra do Reino” (v.19). O ato de semear e a possibilidade ou não de germinar e crescer tem muito a ver com o tempo, com a época e as condições da natureza. Neste tempo de Aquecimento Global, a Palavra de Deus é semeada sob a face da Terra. Em situações de crise ecológica, de degradação humana e ambiental, a Palavra do Reino de Deus é semeada num tempo oportuno para germinar em forma compromisso com a preservação da Vida.

Das semeaduras do Reino brotam vida, germes de ética, responsabilidade e compromisso com a dignidade da criação de Deus. A Palavra de Deus semeada nos corações humanos, sempre foi germinando em serviços eclesiais, ações da Igreja em favor da Humanidade. Agora, portanto, germina uma planta chamada Pastoral da Ecologia. Esta plantinha, ainda frágil, se bem cuidada, vai crescer e produzir lindas flores e bons frutos. As sementes desta espécie estão se espalhando por toda parte, porque para o Semeador não existem fronteiras. Porém, nem todos os solos são suficientemente adequados para a semente germinar e crescer.

No entanto, sigamos nosso caminho sem resignação. Porque, de alguma forma, todas as sementes tem sua importância para a vida. Algumas sementes que caíram à beira do caminho servem de alimento para os pássaros. Outras que ficaram em terreno pedregoso, até chegaram a nascer e, mesmo sem crescer e sem produzir frutos, elas foram importantes para o equilibro da vida.

Também aquelas que foram sufocadas pelos espinhos tiveram a sua importância porque também mexeram com a terra. A Palavra de Deus nunca é em vão. Mesmo quando a Palavra não nos encontra como solo fértil e preparado, ela sempre promove alguma transformação em nossa vida.

Percebemos que nos últimos anos as Sementes do Reino fizeram germinar na vida da Igreja o compromisso com a salvaguarda da Criação. A Ecologia vem sendo assumida como um compromisso transversal na missão da Igreja. Ou seja, todas as pastorais, serviços e movimentos começam a se preocupar com a Ecologia. E em alguns casos também começam a desenvolver ações concretas em defesa do meio ambiente. E para fortalecer o compromisso da Igreja com a causa ecológica, é preciso uma pastoral específica de ecologia.

O Semeador saiu a semear... E nasceu a Pastoral da Ecologia. Vamos ajudá-la a crescer saudável, com a força do testemunho, do diálogo, da denúncia e do anúncio. Porque o primeiro passo da Pastoral da Ecologia é o testemunho de uma vivência ética e de responsabilidade com a defesa da vida humana e da natureza. Além do testemunho, é preciso viver e promover o diálogo com as igrejas, religiões e organizações e movimentos que também defendem a causa socioambiental – a defesa da vida. E neste tempo de desertificação, precisamos ser profetas e sempre denunciar os responsáveis pela degradação da vida. E quando denunciamos profeticamente, com a força da fé, com certeza temos uma Boa Notícia para anunciar. Denunciamos porque somos anunciadores do Reino.

Pastoral da Ecologia – CNBB Sul 3
www.pastoraldaecologia.blogspot.com

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