sábado, 30 de maio de 2009

Mudança climática já causa 315 mil mortes por ano, diz estudo


Os prejuízos já superam os US$ 125 bilhões ao ano, o que é mais do que a ajuda dos países ricos para os pobres


MEGAN ROWLING – REUTERS


LONDRES - A mudança climática mata cerca de 315 mil pessoas por ano, de fome, doenças ou desastres naturais, e o número deve subir para 500 mil até 2030, segundo um relatório divulgado nesta sexta-feira pelo Fórum Humanitário Global (FHG), entidade com sede em Genebra.


O estudo estima que a mudança climática afete seriamente 325 milhões de pessoas por ano, e que em 20 anos esse número irá dobrar, atingindo o equivalente a 10% da população mundial da atualidade (6,7 bilhões).


Os prejuízos decorrentes do aquecimento global já superam os US$ 125 bilhões por ano - mais do que o fluxo da ajuda dos países ricos para os pobres - e devem chegar a US$ 340 bilhões por ano até 2030, segundo o relatório.


"A mudança climática é o maior desafio humanitário emergente do nosso tempo, causando sofrimento para centenas de milhões de pessoas no mundo todo", disse nota assinada pelo ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, presidente do FHG.


"Os primeiros atingidos e os mais afetados são os grupos mais pobres do mundo, embora eles pouco tenham feito para causar o problema", acrescentou.


De acordo com o estudo, os países em desenvolvimento sofrem mais de 90 por cento do ônus humano e econômico da mudança climática, embora os 50 países mais pobres respondam por menos de 1 por cento das emissões de gases do efeito estufa.


Annan defendeu que a conferência climática de dezembro da ONU em Copenhague aprove um tratado eficaz, justo e compulsório para substituir o Protocolo de Kyoto. "Copenhague precisa ser o acordo internacional mais ambicioso já negociado", escreveu Annan na introdução do relatório. "A alternativa é a fome em massa, a migração em massa e a doença em massa."


O estudo alerta que o real impacto do aquecimento global deve ser muito mais grave do que o texto prevê, já que sua base são os cenários mais conservadores estabelecidos pela ONU. Novas pesquisas científicas apontam para uma mudança climática maior e mais rápida.


O relatório pede especial atenção às 500 milhões de pessoas consideradas extremamente vulneráveis, por viverem em países pobres propensos a secas, inundações, tempestades, elevação do nível dos mares e desertificação.


Dos 20 países mais vulneráveis, 15 ficam na África, segundo o estudo. O Sul da Ásia e pequenos países insulares também são muito afetados.


O texto diz que, para evitar o pior, seria preciso multiplicar por cem os esforços de adaptação à mudança climática nos países em desenvolvimento. Verbas internacionais destinadas a isso alcançam apenas US$ 400 milhões por ano, enquanto o custo estimado da mudança climática fica em US$ 32 bilhões.


"O financiamento dos países ricos para ajudar os pobres e vulneráveis a se adaptarem à mudança climática não chega nem a 1 por cento do que é necessário", disse Barbara Stocking, executiva-chefe da ONG britânica Oxfam e integrante do conselho diretor do FHG. "Esta flagrante injustiça precisa ser resolvida em Copenhague em dezembro."

(Reportagem de Megan Rowling)

Extraído do site do Jornal O Estado de São Paulo

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,mudanca-climatica-ja-causa-315-mil-mortes-por-ano-diz-estudo,378951,0.htm

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Blog na Teologia - Teologia em Blog

Vamos blogar – colocar nossas ideias na “teia global”

Estudantes do curso de Teologia da ESTEF – Escola Superior de Teologia e Espiritualidade Franciscana – na disciplina de Comunicação terão uma manhã de estudo e com oficina sobre Blog. Vai ser nesta sexta-feira, dia 29 de maio.




Esta é a pauta prevista:

O que é um blog?
A função de um Blog?
Como se faz um Blog?
Como se escreve num blog?
Como postar áudio num Blog?
Vamos criar um blog pessoal (e/ou coletivo)!?
Vamos assumir o desafio de escrever, produzir textos para um blog!?
O que já temos organizado, produzido em termos de publicações em blogs?

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Dia Nacional da Mata Atlântica

Dia 27 de maio celebra-se o Dia da Mata Atlântica, um dos oito biomas brasileiros, protegido pela Constituição Federal como patrimônio nacional (artigo 225, § 4º). Estendida em 91.000 Km² do país, ela abriga uma das mais altas taxas de diversidade biológica do mundo, com muitas espécies em extinção.

A escolha da data, estabelecida em um decreto presidencial de 1999, remonta à colonização do Brasil pelos portugueses. Foi no ano de 1560 que, sensibilizado com a extraordinária biodiversidade da Mata, o Padre José Anchieta, escreveu a famosa Carta de São Vicente, primeiro registro histórico sobre o bioma.

Apesar da devastação que vem sofrendo desde 1500, a grandiosidade da Mata ainda impressiona: presente em 17 dos 26 estados brasileiros, do Rio Grande do Sul ao Piauí, ela apresenta diferentes relevos e paisagens e uma biodiversidade que chega a mais de 22 mil espécies de animais e plantas.

De todas as espécies da Mata, sem dúvida a mais conhecida é o Pau-brasil (Caesalpinia echinata), que deu nome ao país em que vivemos. Essa associação de grande riqueza biológica e intensa pressão humana é o que faz da Mata Atlântica um dos 34 lugares do planeta mais importantes para preservar a biodiversidade.

À diversidade biológica da Mata Atlântica corresponde também uma grande multiplicidade cultural, com diversos grupos de pessoas vivendo no bioma. São homens e mulheres com um modo de vida intimamente ligado ao meio ambiente.

No Rio Grande do Sul – Dados da ONG SOS Mata Atlântica, obtidos em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), indicam que existem 976.959 hectares de florestas da Mata Atlântica no Estado, o que corresponde a praticamente 905 mil campos de futebol. Isso representa pouco mais de 7% dos mais de 13 milhões de hectares que existiam originalmente.


Fonte: Jornal Correio de Notícias

http://www.jornalcorreiodenoticias.com.br/noticias.asp?noticia=16391


Protesto camponês contra a desatenção dos governos frente à estiagem


Perto de 150 prefeituras das regiões Norte e Noroeste do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina param suas atividades e camponeses realizam mobilizações e trancam rodovias nesta terça e quarta-feira exigindo medidas por parte do governo contra a estiagem. Os movimentos manifestantes reclamam que R$ 40 milhões liberados pelos governos federal e estadual ainda é pouco. As verbas de R$ 20 milhões anunciada na semana passada pelo governo federal e os outros R$ 20 milhões anunciados pela governadora Yeda Crusius foram consideradas insuficientes.


Nesta terça-feira, dia 26, cerca de 5 mil camponeses bloquearam trevos de acesso nas cidades gaúchas de Santana do Livramento, Hulha Negra e Santo Antônio das Missões e rodovias em Canguçu e Tupanciretã. E no município de Palmeira das Missões, os agricultores fecharam a agência do Banco do Brasil.


No município de Hulha Negra, região da campanha, no sul de Estado, centenas de trabalhadores assentados bloquearam, por vários momentos durante o dia, a passagem pela rodovia que liga Bagé a Pelotas e Rio Grande.

Diante dos protestos e manifestações, os governos federal e estadual devem decidir e demonstrar como tratam a agricultura. Poderão dar aos agricultores um pouco de esmolas ou poderão dar o que realmente precisam para se equilibrarem diante da estiagem e seguirem com normalidade a vida no campo.


Depois de tantos prejuízos com a falta de chuvas, os agricultores precisam se recuperar para poder levar adiante as atividades camponesas. É responsabilidade dos governos manter a estabilidade da agricultura familiar. Com o anúncio da crise econômica global, os governos socorreram grandes empresas industriais e bancos privados. Agora é hora de socorrer os pequenos agricultores, aqueles que mantêm o pão na mesa de toda a população.


Se os governos puderam aplicar grandes somas em dinheiro para socorrer fabricantes de automóveis e de tantas coisas supérfluas, será que não pode agora socorrer aqueles que garantem a comida das pessoas? É agora que o Estado precisa demonstrar sua razão de ser. A função do Estado não é simplesmente promover a estabilidade financeira, mas manter harmonia de vida na sociedade. Equilibrar a economia significa garantir que as pessoas tenham acesso ao alimento, ao vestuário e todas as necessidades básicas.


Quando o Estado gasta recursos públicos para socorrer o capital financeiro e deixa de investir na produção, é simplesmente um escravo do capitalismo. Não podemos aceitar isso. É preciso protestar e mostrar para a sociedade o quanto é importante recuperar a agricultura, especialmente a agricultura familiar e camponesa que é responsável quase que absolutamente pelo abastecimento da mesa brasileira.


Opinião - Jornal Aldeia Global - Rádio Comunitária Terra Livre, de Hulha Negra/RS

terça-feira, 26 de maio de 2009

Celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente

Celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente

05/06/09 – a ser celebrado durante o mês de junho
Tema: “Ecologia, uma questão de fé”

Acolhida:
Irmãs e irmãos, Paz e Bem!

Nos reunimos para celebrar uma data que muitas vezes passa despercebida. E quando é lembrado nas escolas ou pelos movimentos ambientalistas, este dia praticamente não é celebrado a partir da fé. Mas neste ano, o Serviço de Justiça, Paz e Ecologia, o SEJUPE, da Província dos Capuchinhos do Rio Grande do Sul quer convidar as fraternidades e as comunidades para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, com o objetivo de recordar que a ecologia está profundamente ligada com a fé cristã. Quem acredita no Deus criador e defensor da vida, não pode fugir do compromisso com a questão ecológica.

Em 1972, a ONU organizou um encontro mundial em Estocolmo, na Suécia, que pela primeira vez tratou oficialmente sobre o meio ambiente. Nesta ocasião, foi instituído o dia 5 de junho como o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Dia da Ecologia.

Vamos celebrar esta data e assumir, em nome da nossa fé, o compromisso de defender sempre a vida, a criação de Deus.

Perdão:
O mesmo sistema econômico, político e social que degrada o meio ambiente, em nome de um falso desenvolvimento, também vem oprimindo e marginalizando as pessoas e provocando guerras e conflitos em várias partes do mundo.

Agora, num momento de silêncio vamos pedir perdão pela nossa omissão, por nossa cumplicidade com tantos crimes contra a vida. Num silêncio profundo ouçamos o grito da vida e, em comunhão, peçamos perdão ao Deus da criação, da paz e da justiça.

Louvor:
É bom louvar o criador da vida, é bom sentir sua misericórdia, é agradável ao nosso coração poder acolher o seu chamado que nos convoca ao serviço de promover a integridade da criação. A exemplo de São Francisco de Assis, cantemos juntos com o irmão Sol, a irmã Lua e todas as criaturas, louvando e bendizendo o divino criador.
(cantar: Cântico das Criaturas / do Irmão Sol)

Liturgia da Palavra:
Tendo presente nossa realidade socioambiental, busquemos na Palavra de Deus a luz que orienta nossa ação. Junto com a leitura e reflexão do Evangelho, somos convidados a ler a mensagem da CNBB sobre o tema da crise ecológica.

As mudanças climáticas em curso no Planeta, provocadas pelo aquecimento global, afetam todas as forma de vida, dentre as quais a vida das populações mais pobres, obrigando-nos a repensar sobre o modelo de sociedade, as matrizes energéticas, os modos de produção e de consumo. Sendo assim, podemos afirmar que humanidade está colhendo os frutos do desenvolvimento centrado na economia de mercado capitalista, e da ideologia que o acompanha. A primazia do capital, absurdamente concentrado e monopolista, promove um consumismo que leva as pessoas a pensar que só valem pelo que têm. Por esse caminho, os recursos naturais estão quase esgotados, e a poluição da atmosfera faz com que a Terra já não consiga manter em equilíbrio o ambiente da vida. Como resultado, parte significativa da humanidade não tem acesso aos bens necessários à vida, enquanto poucos concentram quase toda a riqueza.

A crise financeira capitalista atual não se reduz aos desajustes financeiros mundiais que, sob o pretexto de evitar a quebra da economia mundial, exige dos governos socorro aos banqueiros, enquanto que aos pobres recaem os sacrifícios. Esta crise tem tudo a ver com a crise ecológica e ética que se aprofunda em todos os âmbitos da vida. A humanidade está experimentando uma “mudança de época”. A civilização do ter, do negociar, do concorrer, do lucro a qualquer custo, do progresso ilimitado, não responde aos anseios da humanidade e não é sustentável.

Por outro lado, vários setores da sociedade se articulam para construir outro mundo, outra civilização, fundada em valores e formas de convivência, que defendem e promovem todas as formas de vida, e que cuidam amorosamente da Terra, mãe da vida, casa comum dos seres humanos. Essa nova atitude, proclamando a esperança dos pobres e ecoando o grito da terra, neste ano, se concretiza, entre outros, no Fórum Social Mundial, em Belém do Pará, na Manifestação Mundial em defesa da Soberania Alimentar e no 12º Intereclesial das Comunidades de Base, em Porto velho, Rondônia – CEB’s Ecologia e Missão. A Campanha da Fraternidade – a paz é fruto da justiça (Is 32,17) – anuncia a mística de um mundo mais humano, fraterno, solidário e ecoló­gico.

Texto extraído do livro “Mudanças Climáticas Provocadas pelo Aquecimento Global: Profecia da Terra”. CNBB, 2009.

Evangelho:
Jo 1, 1-14

Preces:
Confiantes na presença amorosa de Deus, criador e defensor da Vida, elevemos nossas preces em consonância com o que refletimos a partir do Evangelho e da mensagem da CNBB sobre mudanças climáticas.

Ofertório:
Ofertamos os frutos da Terra e do trabalho humano, resgatando a dignidade da pessoa e a integridade da criação.

Comunhão:
Partilhamos os frutos da vida, comungamos na esperança e no compromisso de lutar pela justiça, pela dignidade humana e a paz e pela preservação do meio ambiente.

Compromisso:
A Igreja não pode mais se omitir diante das questões ambientais. Enquanto a Igreja não integrar a ecologia em sua ação evangelizadora, todo o seu discurso em favor da vida perde o sentido de ser e também fragiliza a sua opção pelos pobres. Na mensagem do Dia Mundial da Paz em 2007, Bento XVI afirmou que “a experiência demonstra que toda a atitude de desprezo pelo ambiente provoca danos à convivência humana, e vice-versa”.
Propomos um desafio, um compromisso que temos condições de colocar em prática: Criar a Pastoral da Ecologia em nossas comunidades e paróquias. Procure a CNBB Sul 3 e veja como iniciar um grupo da Pastoral da Ecologia.

Bênção final:
Neste momento de celebração da vida, o Senhor te envia e te acompanha na missão em defesa da justiça, da paz e da ecologia. O Senhor ilumina o teu caminho para que possas dar firme testemunho de tua fé. Não tenhas medo, leve a paz e o bem por onde for, transmita esperança e exerça com liberdade e otimismo o serviço do cuidado, da solidariedade e do amor.

Que o Deus criador e defensor da vida te abençoe: Em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém!

Serviço de Justiça, Paz e Ecologia – Capuchinhos RS (www.capuchinhosrs.org.br/sejupe)
E-mail do SEJUPE: sejupe@ofmcaprs.org.br
E-mail da Pastoral da Ecologia da CNBB Sul III: pastoraldaecologia.rs@gmail.com

sábado, 23 de maio de 2009

Celebração Vigília pelos mortos de Aids




A Casa Fonte Colombo, Pastoral da Aids e Rede Católica frente ao HIV/Aids, no dia 16 de maio, realizaram a Vigília pelas pessoas que faleceram em consequência da Aids com o tema “A solução depende da ação de todos” . Aproximadamente 60 pessoas participaram da celebração, entre elas: Tania Figueiró – Coordenadora da Seção de DST/Aids da Secretaria Estadual de Saúde RS, Rubens Raffo e Márcia Leão – Fórum Ong/Aids RS, Oscar – Conselho Municipal de Saúde, Ir. Lourdes - Conselho Municipal de Assistência Social, religiosos(as), pessoas soropositivas, voluntários e amigos.

Diversos momentos marcaram esta celebração. Primeiramente, os participantes tiveram oportunidade de visitar os espaços de atendimento da Casa Fonte Colombo, onde as fotos e velas recordavam os usuários falecidos que participavam da instituição. Num segundo momento, a cada vela acesa, foram lembradas as pessoas que contribuíram nas conquistas dos direitos das pessoas vivendo HIV/Aids. Fazendo referência ao tema da Vigília os participantes mencionaram as diversas ações que podem contribuir para que as pessoas não venham a falecer prematuramente: prevenção, parcerias, garantia dos direitos às pessoas soropositivas, acesso à medicação e ao tratamento, solidariedade, acolhida, compaixão, controle social, participação na construção de políticas públicas de saúde, entre outras.

No encerramento da vigília fez-se a oração pela vida seguida de confraternização.

Fonte: http://www.fontecolombo.org.br/

Os capuchinhos trabalham com os soropositivos

Publicada recentemente no site da Ordem dos Capuchinhos (www.ofmcap.org) uma matéria sobre duas experiências de trabalho com soropositivos. Em 2009, a Casa Fonte Colombo completa 10 anos de caminhada e foi a base do surgimento da Pastoral da Aids da CNBB.

Os capuchinhos trabalham com os soropositivos

PORTO ALEGRE, Brasile – Um momento de grande importância no processo de conversão de são Francisco de Assis foi o episódio do encontro com o irmão leproso. A partir daquele momento Francisco viveu em profunda comunhão com as pessoas mais marginalizadas de seu tempo. Os frades capuchinhos do Rio Grande do Sul, buscando atualizar este aspecto da vocação franciscana, por decisão tomada em 1996 trabalham junto aos portadores de HIV em Porto Alegre, capital daquele Estado. Após uma acurada preparação maturando a idéia e preparando a infraestrutura do projeto, esse trabalho começou em 1999.

Fonte Colombo

A fraternidade de Fonte Colombo, com cinco frades, foi preparada para dirigir o “Centro de Promoção da Pessoa Soropositiva”, situado à rua Hoffmann, 499, Bairro Floresta, Porto Alegre. O Centro atende portadores de HIV de todas as idades e condições. Ele oferece várias atividades: alfabetização, humanização, beleza da mulher, formação e apoio para vencer os preconceitos. Os cursos do Centro são gratuitos e oferecidos tanto aos portadores de HIV, quanto aos seus familiares. Todos os cursos e atividades do Centro visam apoiar os portadores de HIV e suas famílias, a encarar a dura realidade da doença e a viver dignamente, apesar das limitações que a doença lhes impõe, sobretudo por causa dos preconceitos.

Fonte Colombo

A Província Capuchinha do rio Grande do Sul é a mantenedora do Centro, mas o projeto recebe a ajuda de colaboradores e co-participantes. O Centro conta com a participação de 50 profissionais que dedicam lhe um turno semanal no sistema de voluntariado. Além da participação regular desses profissionais voluntários, há um grupo de empresas e de pessoas que visitam o Centro, conhecem o trabalho e eventualmente colaboram de várias formas: alimentos, utensílios, roupas e ajudas econômicas. Os frades partilham com as pessoas beneficiadas pelo projeto a cozinha, o refeitório e a capela e cada ano a fraternidade acolhe um grupo de pós-noviços para um estágio pastoral.

PASTORAL ITINERANTE

PARANAGUÁ, Brasil O “Projeto Se Eles Soubessem”, do qual participam frades capuchinhos da Província do Paraná e Santa Catarina, é realizado pela “Pastoral da AIDS” – CNBB - cuja coordenação está na Diocese de Paranaguá (PR), traz uma inovação significativa, pois ele é itinerante. Ele conta com um ônibus bem aparelhado e com uma equipe da pastoral da AIDS, que percorre os municípios, paróquias, comunidades eclesiais, empresas e associações, no leste do Paraná, levando informação, criando empatia, buscando vencer o preconceito contra a doença e passando a idéia da prevenção. Essa Pastoral Itinerante é motivada e está empenhada em concretizar a idéia: “que a prevenção chegue antes do vírus”. A equipe trabalha pois, mais com a conscientização e a informação em vista da prevenção, do que com os já atingidos pelo vírus. Ela visa atingir sobretudo os e os setores grupos menos informados.

Escolhe, pois, a vida


A equipe desenvolve celebrações, palestras, rodas de conversa, apresentações artísticas (música, dança, teatro), apresentação de filmes e videokê. A sede da Coordenação do Projeto é em Paranaguá. Os contatos podem ser feitos pelo e-mail: sulamartins@yahoo.com.br.


sexta-feira, 22 de maio de 2009

CELEBRAÇÃO DO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

CELEBRAÇÃO DO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE
Dia 05 de Junho é o Dia Mundial do meio Ambiente, um dia para ser celebrado e assumir um compromisso de fé com a Ecologia.

O SEJUPE, Serviço de Justiça, Paz e Ecologia oferece uma proposta de Celebração, que pode ser usada como tal ou adaptada, modificada..., mas é para convidar a celebrar esta data.
Para solicitar a Celebração, envie pedido para o e-mail: sejupe@ofmcaprs.org.br

O Dia do Meio Ambiente é 5 de junho, mas a celebração pode acontecer ao longo da semana ou durante o mês de junho. O importante é celebrar e assumir o compromisso ecológico.
Tema: "Ecologia, uma questão de fé"

domingo, 17 de maio de 2009

Pastoral da Ecologia no Mutirão de Comunicação



Pastoral da Ecologia no Mutirão de Comunicação da América Latina e Caribe


PUC/RS – Porto Alegre – 12 a 17 de julho de 2009


Tema: A transversalidade da Ecologia na Igreja (na evangelização) e os desafios sócioambientais que se impõe para a comunicação solidária


Oficinas promovidas pela Pastoral da Ecologia no Mutirão de Comunicação

(entre os dias 13 a 16 de julho de 2009)


  • Segunda-feira, dia 13 de julho – (1ª oficina)

Tema (ou assunto) para oficina: Conhecendo o Aqüífero Guarani

Justificativa: A Igreja no regional Sul 3 da CNBB assumiu a dimensão do cuidado da vida como uma das prioridades de sua ação evangelizadora. E, cientes de que o tema da água é muito pertinente para os nossos dias e promete marcar profundamente o futuro, a Igreja quer dar a sua contribuição no conhecimento e preservação das águas. Temos em nosso território uma enorme riqueza de água, que é o Aqüífero Guarani. É uma reserva de água que está localizada em terras de 4 países do Mercosul. É importante que a população que vive nesta região conheça o Aqüífero Guarani, saiba da sua importância e realidade. É preciso estudar o tema, promover o conhecimento sobre o aqüífero, para que haja um maior comprometimento com a sua defesa e preservação.

Coordenador da Oficina: Pilato Pereira

Endereço: Conquista da Fronteira s/n° (interior) – Caixa Postal: 13 – Hulha Negra – RS

E-mail: freipilato@gmail.com

Cel.: 53 99459373

Assessor da Oficina: João Hélio Pes – UNIFRA

Secretários: Natália Soares e Gilmar Araújo

Tempo previsto para a realização da oficina: 14 às 18 horas

Nome de quem indicou a oficina:

Pastoral da Ecologia CNBB Sul 3

Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 149 – Porto Alegre – RS

E-mail: pastoraldaecologia.rs@gmail.com


  • Terça-feira, dia 14de julho – (2ª oficina)

Tema (ou assunto) para oficina: A Crise ecológica e a promoção da Justiça, Paz e Ecologia

Justificativa: Não é novidade para ninguém que hoje a humanidade vive uma crise ecológica. Esta realidade de crise deve ser compreendida na perspectiva de mudança para um modo de vida em sociedade que altere o atual quadro e promova a sustentabilidade. Se constata que o modelo de sociedade que causa o desequilíbrio ambiental, é também o mesmo sistema que causa as guerras, os conflitos e a fome no mundo. É preciso lutar por um outro mundo possível, neste planeta. E cada vez mais se tem a certeza de que é preciso unir todos os esforços para construir um mundo melhor, uma sociedade justa, fraterna e sustentável. A promoção da justiça e da paz está profundamente ligada com a causa ambiental.

Coordenador da Oficina: Irmão Antônio Cechin

Endereço: Coronel Vicente 444

E-mail: cechin@portoweb.com.br

Telefone: 51 32219021

Assessores da Oficina: Frei Sérgio Görgen e Frei Wilsono Dalagnol

Secretários: Pedro Figueiredo e Maira

Tempo previsto para a realização da oficina: 14 às 18 horas

Nome de quem indicou a oficina:

Pastoral da Ecologia CNBB Sul 3

Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 149 – Porto Alegre – RS

E-mail: pastoraldaecologia.rs@gmail.com


  • Quarta-feira, dia 15 de julho – (3ª oficina)

Tema (ou assunto) para oficina: Bíblia e Ecologia – Por uma espiritualidade Cristã Ecológica

Justificativa: enfrentar os desafios sócioambientais do nosso tempo requer uma contribuição da fé cristã, a fé no Deus da criação. Nossa ação em defesa da vida não pode ser movida pelo medo das catástrofes, mas pelo amor aos pobres e a natureza e toda a criação de Deus. Precisamos beber nas fontes das Sagradas Escrituras, na Palavra criadora de Deus e nos fortalecer com uma espiritualidade ecológica para dar nossa contribuição nas lutas pela defesa e preservação da vida.

Coordenadora da Oficina: Natália Soares

Endereço: Jardim Fiúza – Viamão – RS

E-mail: nataliasorny@ig.com.br

Telefone: 51 34857263 – Cel.: 51 98995706

Assessores da Oficina: Pastor Hélio – CEBI e Frei Aldir Crócoli – ESTEF

Secretários: Adoli Wismeili Barro e Gilmar Araujo

Tempo previsto para a realização da oficina: 14 às 18 horas

Nome de quem indicou a oficina:

Pastoral da Ecologia CNBB Sul 3

Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 149 – Porto Alegre – RS

E-mail: pastoraldaecologia.rs@gmail.com


  • Quinta-feira, dia 16 de julho – (4ª oficina)

Tema (ou assunto) para oficina: A Transversalidade da Ecologia na Igreja

Justificativa: A Ecologia na Igreja é tema garantido para uma pastoral específica, mas precisa ser amplamente trabalhado em todas as dimensões da vida e missão da Igreja. A Ecologia, tanto para as igrejas como para sociedade, deve ser um tema transversal. No Rio Grande do Sul temos uma caminhada de alguns anos de experiências de implementação da Pastoral da Ecologia, como uma pastoral específica, com ações específicas, mas com a missão de despertar o conjunto da Igreja para a questão ambiental.

Coordenadora da Oficina: Adoli Wismeili Barro

Endereço: Edgar Fritz Miller, 332 – Canoas – RS

E-mail: adoli@ctspapeis.com.br

Cel.: 51 99183339

Assessores da Oficina: Irmão Antônio Cechin, Padre Eduardo e Equipe de Coordenação da Pastoral da Ecologia CNBB Sul 3.

Secretários: Pedro Figueirredo e Maira

Tempo previsto para a realização da oficina: 14 às 18 horas

Nome de quem indicou a oficina:

Pastoral da Ecologia CNBB Sul 3

Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 149 – Porto Alegre – RS

E-mail: pastoraldaecologia.rs@gmail.com

sábado, 2 de maio de 2009

Fora Yeda

Servidores pedem Fora Yeda em Porto Alegre
Reportagem: Raquel Casiraghi

Cerca de cinco mil servidores públicos e integrantes de movimentos sociais protestaram nesta quinta-feira (30) pela saída da governadora Yeda Crusius (PSDB). Caminhada encerrou caravana de protestos realizada em Abril pelo interior do RS.



Porto Alegre (RS) - Servidores públicos, estudantes e movimentos sociais realizaram nesta quinta-feira (30) em Porto Alegre (RS) mais um protesto pedindo a saída da governadora Yeda Crusius (PSDB). A manifestação iniciou às 16h da tarde em frente ao Gigantinho, após o encerramento da assembléia geral do Cpers Sindicato. Dali, os manifestantes seguiram em caminhada pelas avenidas Padre Cacique e Borges de Medeiros, encerrando com um ato público em frente ao Palácio Piratini.

A presidente do Cpers Sindicato, Rejane de Oliveira, afirma que Yeda não tem mais legitimidade, devido às inúmeras denúncias de corrupção que integrantes do governo estão envolvidos, como a fraude no Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Outra crítica da sindicalista é em relação ao corte de investimento do governo em áreas importantes, como saúde, educação e segurança. O Cpers recebeu denúncias de que escolas estaduais estão sem receber verba desde Abril.

"Nós entendemos que é uma política desastrosa, nefasta e que está colocando a educação do RS como uma preocupação nacional", diz.

Em frente ao Palácio Piratini, professores encenaram a marcha fúnebre e o enterro do governo Yeda. A manifestação encerra a caravana pelo "Fora Yeda" iniciada em Abril pelo Fórum dos Servidores Públicos Estaduais do Rio Grande do Sul (FSPE/RS). Protestos ocorreram em Santa Rosa, no Noroeste, em Santana do Livramento, na Fronteira, e em Passo Fundo.

Fonte: Agência Chasque de Notícias
http://www.agenciachasque.com.br/ler01.php?idsecao=91f03f57e9aff94c35d3d21f0ef2fc5b&&idtitulo=ed90d9492de56f80243d9e0cd85faa26

sexta-feira, 1 de maio de 2009

12ª Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora

12ª Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora

1º. de Maio de 2009

Local: Parque Municipal de Eventos Ireno Michel – Gravataí

Tema: Paz com justiça social na vida dos trabalhadores e trabalhadoras

Lema: “Não somos máquinas pessoa humana é o que somos”

Promoção: Pastoral Operária do Rio Grande do Sul - Arquidiocese de Porto Alegre/Vicariato de Gravataí – CNBB S3

As Romarias que se realizam na Igreja, seja no Rio Grande do Sul como no Brasil inteiro, têm uma história muito bonita e caracterizam uma expressão da Igreja que se compromete com as lutas do povo, especialmente na conquista de direitos fundamentais dos mais pobres e excluídos de nossa sociedade. Nesse primeiro de maio, acontece a 12ª Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora, a qual não é apenas uma caminhada que começa e termina em um único dia. Ela exige um longo tempo de preparação, de reflexão e de articulação. Torna público os problemas do mundo do trabalho, possibilitando a reflexão e a tomada de consciência de valores humanos e cristãos que devem ser exaltados na nossa sociedade. Independente do número de romeiros, o processo preparatório é um importante espaço de reflexão, de denúncia e de apontamento de saídas para as contradições sociais presentes no mundo do trabalho, dentre as quais os trabalhadores e trabalhadoras são compreendidos apenas enquanto uma máquina geradora de lucros. “O Mundo do Trabalho ainda tem sede e fome de justiça e de paz”.

A Romaria conta com apoio de diversas entidades da sociedade civil organizada, da Prefeitura Municipal de Gravataí e da Assembléia Legislativa do Estado. Já são mais de 120 grupos de geração de renda inscritos para exporem seus produtos. O acampamento da juventude, que acontecerá nos dias 29 e 30 de abril, vai aprofundar o tema “Mundo do Trabalho e os desafios para a juventude”.

Você também é convidado e convidada a participar e divulgar a 12ª Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora. Participe.

Telefone para contato:

Clarice Dal Médico (51) 98292453

Frei Orestes (51) 99990896

Adelaide Klein (51) 81360191

Mateus de Marco (51) 84143372

Pastoral Operária (51) 3225 8483

Programação geral do dia 1º de maio.

8h.Acolhida – Esquina da Rua Otávio Schemes com Av. Brasil

8.30h. Abertura oficial;

9.30h. Início da caminhada;

10.45h. Chegada no Parque de Eventos. Celebração Eucarística – Celebrada por Dom José Mario, presidente da CNBB Sul 3;

12 h. Almoço partilhado;

13h. Momento Cultural/Político;

“Depoimentos, falas, manifestações, expressões culturais, músicas, apresentações artísticas”. Nesse momento acontece também as oficinas temáticas para os interessados.

15.40h. Celebração de envio.

16h. Enceramento

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